Chegada de Paulo Sousa pode motivar Fla no mercado por zagueiro; entenda
Foto: Divulgação / Seleção Polonesa

O Flamengo terminou a caça do novo treinador. Nesse sentido, o português Paulo Sonsa substituirá Renato Gaúcho e será o mais novo técnico do Rubro-Negro. Entretanto, a decisão pelo nome do até então comandante da Seleção Polonesa parece não agradar todos os flamenguistas. Para o jornalista André Rocha, a diretoria do Flamengo errou no processo de procura do novo treinador.

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Isso porque, Marcos Braz e Bruno Spindel foram atrás de Jorge Jesus, ex-técnico do Mengão e atualmente no Benfica. Na concepção do colunista do UOL Esporte, os dirigentes precisavam ser discretos e sigilosos referente a consulta do novo treinador. Todavia, isso não ocorreu, e a Nação chegou a ter esperanças em uma negociação fracassada.

“Se era para se reunir com o atual treinador do Benfica, que fosse da maneira mais sigilosa possível, só expondo o interesse do clube brasileiro quando Jesus estivesse disponível no mercado. Ir ao Estádio do Dragão para “secar” o time encarnado contra o Porto chegou a ser patético”, disse André Rocha.

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O Fantasma de Jorge Jesus

Além disso, a ação exaustiva na busca do retorno de Mister, aumentou o saudosismo em volta do grande ex-treinador Rubro-Negro. Dessa forma, assim como outros nomes do passado, Paulo Sousa já chegará pressionado pelos títulos de Jorge Jesus em 2019. Sendo assim, para André Rocha, o mais novo treinador já chegará demitido na Gávea.

“Não se brinca com essa saudade, esse ‘sebastianismo’. Domènec Torrent, Rogério Ceni e Renato Gaúcho foram esmagados por essa sombra. Quando seus times venciam jogando bem era pela “memória” dos tempos de Jesus. Renato, o último, jogando já com a presença da torcida, teve que ouvir ‘Mister, Mister’ nas arquibancadas”, relembrou o jornalista.

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“Braz e Spindel reativaram um vulcão que já queima Paulo Sousa antes de sua chegada. O treinador que tenta se desvencilhar do compromisso com a seleção polonesa para assumir o comando técnico rubro-negro já está com 95% da sua demissão até junho alinhada. Independentemente de sua qualidade profissional. Porque o contexto pesa demais”, encerrou.

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